Tuesday, September 18, 2007

socorro


Sabe o que dá vontade de fazer com tudo isso que está acontecendo?, nada,nada. Eu criei uma confusão por causa do meu fazer excessivo. E confundi tudo á minha volta. Não somente para mim mesma, mas para os outros também. Vontade de ser agora e só por uns dias uma não-fazedora; isso seria compaixão comigo mesma. Ser compassiva. Não fazer nada, porque com a mente falsa, com uma mente confusa, todas as coisas se tornam mais confusas. Com uma mente confusa, é melhor esperar e não fazer nada de forma que a confusão desapareça. Ela desaparecerá; nada é permanente neste mundo.


Paciência. Sem pressa.

Dá?

Monday, September 17, 2007

char

Charlie, obrigada.
Tipooooooooooooo eu vou morar aí perto (a louca).
Eu amo você, faz um favor?
Cuida de mim, a vida é louca e sua amiga aqui tá surtando.

Thursday, September 13, 2007

Eu estudei 9 anos no mesmo colégio... não lembro de muita coisa, afinal, a minha infância foi uma loucura e adolescência muito confusa, cheia de isso e aquilo. E então, talvez por defesa, eu tenha apagado metade do meu cérebro. Me sobrou além do aprendizado, o Leoh.
Que foi meu amigo sempre, me acompanhou em muita coisa, viveu comigo muita coisa legal e péssima. E está presente sempre, do jeito que dá, do jeito que a vida fez acontecer.
O que não esperava era resgatar mais alguém desse passado...
Reencontrei o Fe. Alguém com quem nunca tive um fato pequeno naquele lugar, não me recordo de nenhum esbarrão, comentário, briga ou sorriso qualquer. Hoje ele mora em Londrina, começamos a conversar pelo orkut, msn, até que ele decide vir pra São Paulo. Em meio ao tsunami em que me encontro. Uma pena, porquê não puder ser melhor...não pude oferecer muita coisa, mas acho que fui uma boa companhia. Não deixei transparecer tanto os meus fantasmas e tentei não chorar, não repetir o drama... Na verdade ele sabia que eu tava acabada. Sabia porquê senão não teria dado abraço forte, não teria me dito tantas coisas, não teria tentado de qualquer jeito cuidar de mim.
Não sei como nasceu esse amigo agora. Do nada, também sem interesse, também sem cobrança. Engraçado como é forte o que a gente sente de repente. E foi ele que me disse isso primeiro... se eu fosse a primeira a dizer, já seria claro que eu confundo tudo e por estar fragilizada já confundi com amizade.
Ele está procurando trabalho em São Paulo, ele vai vir pra cá, me liga pra saber se eu peguei o metrô certo, se eu cheguei em casa direito, se eu dormi, se eu corri atrás das imobiliárias... coisa que quem me conhecia há mais tempo q ele não faz.
Fe
Obrigada por tudo o que disse, o que diz e por vir pra cá logo.
mesmo
:')

Tuesday, September 04, 2007

Caryborges.

Por mim, passava a maioria dos meus finais de semana assim, longe de São Paulo, com gente de verdade.
A Cary é uma pessoa de verdade e acho até estranho falar ou sequer pensar nisso... diante de tanta coisa que a gente vê por aí, ela é um presente, saca o valor das coisas sem precisar ficar falando.
A gente se parece em um monte de coisa, em outras não tem nada a ver.
Perto dela eu tenho a moral de colocar um biquíni de vaquinha e fingir nadar.
Ela adora meu filho e brinca de correr feito louca pra lá e pra cá e esquece que no dia seguinte não vai se mexer direito.
Ela é sincera, com ela eu dou risada até diante de um fato triste.
Todo mundo deveria ter ao menos um amigo assim...um que fosse.
Eu não tenho que ficar fingindo nada, forçando nada, me sinto tão á vontade perto dessa pessoa, como se tivesse "em minha casa".
E por falar em casa, a gente podia ter uma né? Acho que seria feliz.
Porquê não tem como não estar feliz em sua presença, amiga.
Amiga mesmo, amo você. Quero o seu melhor e sou capaz de fazer muitas coisas pra sempre ouvir sua risada escandalosa.
:')